{"id":1627,"date":"2017-06-02T17:34:11","date_gmt":"2017-06-02T17:34:11","guid":{"rendered":"http:\/\/acaopolitica.com\/?p=1627"},"modified":"2017-06-02T17:35:19","modified_gmt":"2017-06-02T17:35:19","slug":"industria-com-recuo-de-36-em-abril-de-2017-a-taxa-anualizada-indicador-acumulado-nos-ultimos-doze-meses-03","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/acaopolitica.com\/index.php\/2017\/06\/02\/industria-com-recuo-de-36-em-abril-de-2017-a-taxa-anualizada-indicador-acumulado-nos-ultimos-doze-meses-03\/","title":{"rendered":"Industria com recuo de -3,6% em abril de 2017, a taxa anualizada, indicador acumulado nos \u00faltimos doze meses &#8211; 03"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\">O primeiro problema do liberalismo no Brasil \u00e9 existirem poucos liberais (Roberto Campos).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\">Prezados Senhores<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\">Abaixo resumo do estudo divulgado pelo IBGE. Redu\u00e7\u00e3o no ritmo de queda na produ\u00e7\u00e3o industrial. Apesar de abril de 2017 ter tido um ritmo de queda de -4,5% em rela\u00e7\u00e3o ao m\u00eas de abril de 2016. Pode ser um sinal de revers\u00e3o do ritmo de queda. Vamos aguardar a analise do m\u00eas de maio de 2017.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ff0000;\">Nos quatro primeiros meses de 2017, o setor industrial acumulou decr\u00e9scimo de 0,7%. Com o recuo de 3,6% em abril de 2017, a taxa anualizada, indicador acumulado nos \u00faltimos doze meses, prosseguiu com a redu\u00e7\u00e3o no ritmo de queda iniciada em junho de 2016 (-9,7%).\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Pesquisa Industrial Mensal Produ\u00e7\u00e3o F\u00edsica \u2013 Brasil \u2013 Fonte IBGE<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">Base: Abril de 2017<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Produ\u00e7\u00e3o Industrial sobe 0,6% em abril\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\"><a href=\"http:\/\/acaopolitica.com\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/tab1.png\"><img loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1628 aligncenter\" src=\"http:\/\/acaopolitica.com\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/tab1.png\" alt=\"\" width=\"361\" height=\"134\" srcset=\"http:\/\/acaopolitica.com\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/tab1.png 361w, http:\/\/acaopolitica.com\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/tab1-300x111.png 300w\" sizes=\"(max-width: 361px) 100vw, 361px\" \/><\/a><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Em abril de 2017, a produ\u00e7\u00e3o industrial nacional mostrou avan\u00e7o de 0,6% frente a mar\u00e7o (s\u00e9rie com ajuste sazonal), eliminando, dessa forma, parte da queda de 1,3% assinalada em mar\u00e7o \u00faltimo. No confronto com igual m\u00eas do ano anterior (s\u00e9rie sem ajuste sazonal), o total da ind\u00fastria apontou recuo de 4,5% em abril de 2017, queda mais intensa desde outubro de 2016 (-7,5%).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Nos quatro primeiros meses de 2017, o setor industrial acumulou decr\u00e9scimo de 0,7%. Com o recuo de 3,6% em abril de 2017, a taxa anualizada, indicador acumulado nos \u00faltimos doze meses, prosseguiu com a redu\u00e7\u00e3o no ritmo de queda iniciada em junho de 2016 (-9,7%). <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/acaopolitica.com\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/image002.png\"><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-1629 aligncenter\" src=\"http:\/\/acaopolitica.com\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/image002.png\" alt=\"\" width=\"1482\" height=\"484\" srcset=\"http:\/\/acaopolitica.com\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/image002.png 870w, http:\/\/acaopolitica.com\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/image002-300x98.png 300w, http:\/\/acaopolitica.com\/wp-content\/uploads\/2017\/06\/image002-768x251.png 768w\" sizes=\"(max-width: 1482px) 100vw, 1482px\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">13 dos 24 ramos pesquisados tiveram resultados positivos em abril<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">O avan\u00e7o de 0,6% da atividade industrial na passagem de mar\u00e7o para abril de 2017 teve predom\u00ednio de resultados positivos, alcan\u00e7ando tr\u00eas das quatro grandes categorias econ\u00f4micas e 13 dos 24 ramos pesquisados. Entre os setores, as principais influ\u00eancias positivas foram registradas por produtos farmoqu\u00edmicos e farmac\u00eauticos (19,8%), ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (3,4%), coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (2,0%) e m\u00e1quinas e equipamentos (4,9%). Essas atividades apontaram taxas negativas em mar\u00e7o \u00faltimo: -23,4%, -6,9%, -3,4% e -3,3%, respectivamente.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Outras contribui\u00e7\u00f5es positivas importantes sobre o total da ind\u00fastria vieram de perfumaria, sab\u00f5es, produtos de limpeza e de higiene pessoal (2,4%), de equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (6,7%), de m\u00f3veis (8,8%) e de produtos diversos (7,6%). Por outro lado, entre os onze ramos que reduziram a produ\u00e7\u00e3o nesse m\u00eas, o desempenho de maior relev\u00e2ncia para a m\u00e9dia global foi assinalado por ind\u00fastrias extrativas (-1,4%), que completou o terceiro m\u00eas seguido de queda e acumulou nesse per\u00edodo perda de 2,9%.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Entre as grandes categorias econ\u00f4micas, ainda na compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas imediatamente anterior, bens intermedi\u00e1rios (2,1%) e bens de consumo dur\u00e1veis (1,9%) apontaram os resultados positivos mais acentuados em abril de 2017 e reverteram os recuos registrados em mar\u00e7o \u00faltimo: -2,5% e -7,2%, respectivamente. O segmento de bens de capital (1,5%) tamb\u00e9m assinalou avan\u00e7o nesse m\u00eas e eliminou parte da queda de 2,2% observada no m\u00eas anterior. Por outro lado, o setor produtor de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis (-0,8%) mostrou a \u00fanica taxa negativa em abril de 2017 e completou o terceiro m\u00eas consecutivo de redu\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o, acumulando nesse per\u00edodo perda de 4,0%.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">M\u00e9dia m\u00f3vel trimestral cai 0,2%<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Na s\u00e9rie com ajuste sazonal, a evolu\u00e7\u00e3o do \u00edndice de m\u00e9dia m\u00f3vel trimestral para o total da ind\u00fastria apontou decr\u00e9scimo de 0,2% no trimestre encerrado em abril de 2017 frente ao n\u00edvel do m\u00eas anterior e manteve o comportamento negativo verificado em mar\u00e7o \u00faltimo (-0,5%), quando interrompeu a trajet\u00f3ria ascendente iniciada em outubro do ano passado.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Entre as grandes categorias econ\u00f4micas, ainda em rela\u00e7\u00e3o ao movimento deste \u00edndice na margem, bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis (-1,3%) mostrou o recuo mais elevado nesse m\u00eas e acentuou o ritmo de queda frente ao observado no m\u00eas anterior (-0,3%). O setor produtor de bens intermedi\u00e1rios (-0,1%) tamb\u00e9m registrou resultado negativo em abril de 2017, ap\u00f3s assinalar queda de 0,6% em mar\u00e7o \u00faltimo. Por outro lado, os segmentos de bens de capital (1,7%) e de bens de consumo dur\u00e1veis (0,5%) apontaram as taxas positivas em abril de 2017, com o primeiro interrompendo a trajet\u00f3ria descendente iniciada em novembro de 2016; e o segundo voltando a crescer ap\u00f3s recuar 1,9% em mar\u00e7o \u00faltimo.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Produ\u00e7\u00e3o Industrial retrai 4,5% em rela\u00e7\u00e3o a abril de 2017<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas do ano anterior, o setor industrial assinalou redu\u00e7\u00e3o de 4,5% em abril de 2017, com resultados negativos em tr\u00eas das quatro grandes categorias econ\u00f4micas, 18 dos 26 ramos, 56 dos 79 grupos e 59,4% dos 805 produtos pesquisados.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Entre as atividades, produtos aliment\u00edcios (-16,4%) exerceu a maior influ\u00eancia negativa. Outras contribui\u00e7\u00f5es negativas relevantes vieram de coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (-7,8%), de m\u00e1quinas, aparelhos e materiais el\u00e9tricos (-18,5%), de produtos farmoqu\u00edmicos e farmac\u00eauticos (-13,9%), de bebidas (-9,1%), de produtos de minerais n\u00e3o met\u00e1licos (-6,6%), de m\u00e1quinas e equipamentos (-3,2%), de outros equipamentos de transporte (-10,1%) e de m\u00f3veis (-10,3%).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Por outro lado, ainda na compara\u00e7\u00e3o com abril de 2016, entre as oito atividades que apontaram aumento na produ\u00e7\u00e3o, as principais influ\u00eancias no total da ind\u00fastria foram registradas por ind\u00fastrias extrativas (4,4%), metalurgia (7,5%) e equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (9,8%).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Ainda no confronto com abril de 2016, bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis (-9,8%) e bens de capital (-5,5%) assinalaram, em abril de 2017, as redu\u00e7\u00f5es mais acentuadas entre as grandes categorias econ\u00f4micas. O segmento de bens intermedi\u00e1rios (-3,0%) tamb\u00e9m mostrou resultado negativo nesse m\u00eas, mas com intensidade menor do que a m\u00e9dia nacional (-4,5%). Por outro lado, o setor produtor bens de consumo dur\u00e1veis, com avan\u00e7o de 0,6%, apontou a \u00fanica taxa positiva.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">A produ\u00e7\u00e3o de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis, ao recuar 9,8% em abril de 2017, apontou a terceira taxa negativa consecutiva na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas do ano anterior e a perda mais acentuada desde maio de 2015 (-10,5%). O desempenho nesse m\u00eas foi explicado, em grande parte, pela queda observada no grupamento de alimentos e bebidas elaborados para consumo dom\u00e9stico (-10,7%). Os subsetores de n\u00e3o dur\u00e1veis (-10,8%), de carburantes (-14,3%) e de semidur\u00e1veis (-2,0%) tamb\u00e9m assinalaram resultados negativos nesse m\u00eas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">O setor produtor de bens de capital recuou 5,5% em abril de 2017 e interrompeu cinco meses de taxas positivas consecutivas na compara\u00e7\u00e3o com igual m\u00eas do ano anterior. Na forma\u00e7\u00e3o do \u00edndice desse m\u00eas, o segmento foi influenciado pelo recuo observado na maior parte dos seus grupamentos, com destaque para a redu\u00e7\u00e3o vinda de bens de capital para equipamentos de transporte (-8,6%), pressionado, especialmente, pela menor fabrica\u00e7\u00e3o de avi\u00f5es, caminh\u00e3o-trator e caminh\u00f5es. As demais taxas negativas foram registradas por bens de capital para energia el\u00e9trica (-24,4%), para fins industriais (-11,5%) e de uso misto (-0,4%). Por outro lado, o principal impacto positivo foi assinalado pelo grupamento de bens de capital agr\u00edcola (21,0%). Bens de capital para constru\u00e7\u00e3o teve resultado positivo (14,3%).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Ainda no confronto com igual m\u00eas do ano anterior, o segmento de bens intermedi\u00e1rios mostrou queda de 3,0% em abril de 2017, ap\u00f3s apontar avan\u00e7o de 0,7% em mar\u00e7o \u00faltimo. O resultado desse m\u00eas foi explicado, principalmente, pelos recuos nos produtos associados \u00e0s atividades de produtos aliment\u00edcios (-22,6%), de coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (-4,9%), de produtos de minerais n\u00e3o-met\u00e1licos (-6,6%), de m\u00e1quinas e equipamentos (-10,1%), de produtos de metal (-2,9%), de produtos de borracha e de material pl\u00e1stico (-1,9%) e de outros produtos qu\u00edmicos\u00a0 (-0,4%), enquanto as press\u00f5es positivas foram registradas por ind\u00fastrias extrativas (4,4%), metalurgia (7,5%), ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (3,3%) e celulose, papel e produtos de papel (0,8%).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">O segmento de bens de consumo dur\u00e1veis cresceu 0,6% no \u00edndice mensal de abril de 2017, sexto resultado positivo consecutivo nesse tipo de compara\u00e7\u00e3o, mas o menos intenso dessa sequ\u00eancia. Nesse m\u00eas, o setor foi particularmente impulsionado pelos avan\u00e7os na fabrica\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis (4,6%) e de eletrodom\u00e9sticos da \u201clinha marrom\u201d (14,2%). Vale citar tamb\u00e9m a expans\u00e3o de 2,5% observada na produ\u00e7\u00e3o de motocicletas. Por outro lado, os grupamentos de eletrodom\u00e9sticos da \u201clinha branca\u201d (-13,4%), de outros eletrodom\u00e9sticos (-10,9%) e de m\u00f3veis (-12,0%) apontaram os impactos negativos mais importantes.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">No per\u00edodo janeiro-abril de 2017, ind\u00fastria cai 0,7%<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">No \u00edndice acumulado para janeiro-abril de 2017, frente a igual per\u00edodo do ano anterior, o setor industrial caiu 0,7%, com resultados negativos em duas das quatro grandes categorias econ\u00f4micas, 12 dos 26 ramos, 39 dos 79 grupos e 49,6% dos 805 produtos pesquisados. Entre as atividades, coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (-9,1%) e produtos aliment\u00edcios (-6,2%) exerceram as maiores influ\u00eancias negativas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Outras contribui\u00e7\u00f5es negativas relevantes sobre o total nacional vieram de produtos farmoqu\u00edmicos e farmac\u00eauticos (-15,0%), de m\u00e1quinas, aparelhos e materiais el\u00e9tricos (-8,1%), de outros equipamentos de transporte (-9,5%), de produtos de minerais n\u00e3o-met\u00e1licos (-3,3%) e de impress\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o de grava\u00e7\u00f5es (-11,5%). Por outro lado, entre as quatorze atividades que apontaram amplia\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o, as principais influ\u00eancias no total nacional foram registradas por ind\u00fastrias extrativas (7,2%) e ve\u00edculos automotores, reboques e carrocerias (8,9%). Outras contribui\u00e7\u00f5es positivas relevantes sobre a m\u00e9dia da ind\u00fastria vieram de equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (17,7%), de metalurgia (3,5%) e de confec\u00e7\u00e3o de artigos do vestu\u00e1rio e acess\u00f3rios (5,5%).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Entre as grandes categorias econ\u00f4micas, o perfil dos resultados para os quatro primeiros meses de 2017 mostrou menor dinamismo para bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis (-3,0%) e bens intermedi\u00e1rios (-1,0%).<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Por outro lado, os segmentos de bens de consumo dur\u00e1veis (8,7%) e de bens de capital (1,9%) assinalaram as taxas positivas no \u00edndice acumulado no ano, impulsionados, em grande parte, pela amplia\u00e7\u00e3o na fabrica\u00e7\u00e3o de autom\u00f3veis (14,0%) e eletrodom\u00e9sticos (13,5%), na primeira; e de bens de capital agr\u00edcola (27,5%) e para constru\u00e7\u00e3o (22,8%), na segunda. \u00a0<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\">Arquivos oficiais do governo est\u00e3o dispon\u00edveis aos leitores.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #0000ff;\">Ricardo Bergamini<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #0000ff;\">(48) 99636-7322<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #0000ff;\">(48) 99976-6974<\/span><br \/>\n<span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"mailto:ricardobergamini@ricardobergamini.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ricardobergamini@ ricardobergamini.com.br<\/a><\/span><br \/>\n<span style=\"color: #0000ff;\"><a style=\"color: #0000ff;\" href=\"http:\/\/www.ricardobergamini.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.ricardobergamini.com.br<\/a><\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O primeiro problema do liberalismo no Brasil \u00e9 existirem poucos liberais (Roberto Campos). Prezados Senhores Abaixo resumo do estudo divulgado pelo IBGE. 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